MASSAGEM LINFÁTICA

Dr. Vodder e sua esposa começaram a tratar intuitivamente seus pacientes que apresentavam os gânglios inchados, massageando-os com a ponta dos dedos sobre os gânglios linfáticos, obtendo com estas massagens ótimos resultados, com redução das áreas inchadas. O método foi criado por ele e teve sua primeira divulgação em 1935, sendo que o primeiro trabalho escrito surgiu em Paris em 1936. A partir daí o método, durante 40 anos foi aperfeiçoado e divulgado.

O método foi desenvolvido para ser aplicado em tratamentos faciais, com finalidades terapêuticas preventivas na área da estética tendo atingido grandes êxitos nas reações cutâneas; hematomas, acidentes, eczemas e feridas nas pernas. O êxito deve-se à ativação do fluxo linfático através da manipulação.

Na Grécia antiga, médicos gregos já possuíam algum conhecimento sobre o sistema linfático, principalmente das vias linfáticas intestinais. Na idade média com o aparecimento dos estudos anatômicos foram conseguidos grandes avanços científicos e durante o Renascimento, originou a Linfologia, ciência que estuda as linfas intersticiais dos tecidos.

 

Efeitos da massagem linfática no organismo:


Influencia diretamente

  • Capacidade dos capilares linfáticos

  • Velocidade do fluxo linfático

  • Filtração e absorção dos capilares sanguíneos

  • Quantidade de linfa processada nos gânglios linfáticos

  • Musculatura esquelética

  • Motricidade intestinal

  • Ação vegetativa

  • Ação imunológica

  • Ação sobre as vias reflexas da dor

 

Influencia indiretamente

  • Nutrição celular

  • Oxigenação tecidual

  • Desintoxicação dos tecidos e musculatura esquelética

  • Absorção de nutrientes pelo trato digestivo

  • Distribuição de hormônios

  • Aumento de excreção de líquidos



Atualmente muitos pacientes em todo o mundo tem a possibilidade de constatar a eficácia do método e comprovar o respaldo cientifico.

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